Dica de beleza: Aquaclin

Pessoal hoje eu tenho uma dica muito legal para quem sofre com acne ou espinha. Trata-se de uma nova linha de produtos contra acne, a Aquaclin. A promessa da nova marca é dedicada a adolescentes e jovens adultos com acne que, por vários motivos, não procuram orientação médica para tratar a pele. Uma pesquisa realizada para a criação do produto constatou que 89% dos meninos e meninas ouvidos têm acne e a maioria do grupo, 67%, conta que não procura ajuda médica para tratar as espinhas. A Aquaclin  é composta por cinco produtos: o gel de tratamento anti-acne com peróxido de benzoíla, um agente oxidante que oferece ação antinflamatória, matando as bactérias causadoras da acne; Sabonete líquido e Sabonete em barra redutor da oleosidade; Sabonete em barra secativo contra cravos e espinhas e Sabonete líquido esfoliante. O Melhor de tudo os preços vão até R$33.

Vamos correr para testar!?

Os produtos Aquaclin além de preço acessível são encontrados em drogarias por todo o país

 

RJ sob outra perspectiva

É estranho como não conhecemos nosso país. De fato, sabemos pouco sobre ele. Sabemos números, estatísticas, mas a maioria das pessoas não quer enxergar a pobreza que vive tão próxima.

Os "gatos" de eletricidade

Nesses dias que eu vim passar no RJ sozinha resolvi fazer algo diferente do tradicional. Resolvi passar um dia na Rocinha, a maior favela da América Latina. Existem vários passeios “turísticos” que fazem esse tipo de atividade e eu fiquei bem receosa quanto a isso, pois, trabalhando em comunidades pela ONG Um Teto Para Meu País em São Paulo, entendo um pouco da realidade dos que vivem em favelas e sei que não se configura em nenhuma atração turística. Ao conversar com a recepcionista do hostel que eu estou hospedada, ela me indicou ir com o Bruno, um morador da Rocinha que costuma levar turistas para conhecer a comunidade, mas não no formato tradicional. Após filmes como Tropa de Elite e Cidade de Deus, a procura começou a aumentar e ele resolveu fazer disso uma renda extra. Talvez os estrangeiros queiram fazer esse tipo de atividade pelos motivos errados, e não sabem como, de fato, essa realidade é dolorosa, pensei eu. Ledo engano meu! Eu sabia os motivos os quais me levaram a querer estar lá, pelo trabalho no Teto eu queria ver as diferenças entre as favelas SP e RJ, conversar com as pessoas, saber o quão organizada uma comunidade carioca pode ser e se existe um trabalho efetivo de ONGs, como a que eu sou voluntária. Afinal, os gringos eram os mais atentos, quer dizer os mais não, pois eu era a única brasileira entre cerca de 30 pessoas que o Bruno estava acompanhando. No meio de israelenses e dinamarqueses, fui saudada com espanto por ser de São Paulo. “Eu já acompanhei umas 3 mil pessoas pela Rocinha nesse último ano. Você é a 75ª brasileira que vem. Eu conto mesmo, porque é raro. Nunca nenhum carioca procurou vir aqui” disse o Bruno. Pegamos uma lotação e fomos até o topo do morro. Antes de entrarmos, o Bruno, que fala inglês, francês e pasmem, hebraico, tudo aprendido por conta própria, nos deu explicações de como funciona uma comunidade e o porquê delas existirem. Uma verdadeira aula de história, para alunos que vieram de tão longe e queriam entender como, um lugar tão maravilhoso esteticamente como o RJ possuía um paradoxo tão nítido, ali na nossa frente. Fiquei aliviada por não estar participando de um passeio do tipo zoológico, em que você entra no carro e fotografa apenas.

Todos participavam das explicações e descobrimos que a Rocinha possui uma população de cerca de 160 mil pessoas, distribuídas entre a Gávea e São Conrado. Ao lado da entrada da favela tem uma escola americana que custa 5 mil reais por mês e extremamente policiada. Mais um exemplo do paradoxo… Crítico, o Bruno que mora lá desde que nasceu discorreu sobre o sistema educacional brasileiro, em que a maioria dos alunos das faculdades públicas estudou em colégios caros, sobre tráfico que prometia uma vida melhor a meninos novos, e as chamadas ”melhorias para inglês ver” do governo nas favelas, como a pintura das fechadas e pavimentação da rua principal. Contou um pouco sobre sua história e do esforço desprendido para aprender línguas e ainda ajudar numa ONG que ensina capoeira lá dentro. Fiquei pensando que se aquilo lá era uma baita experiência cultural para mim, brasileira e que há 1 ano e meio trabalhava em comunidades, imagina para aquele bando de estrangeiro. À medida que entramos na comunidade, as diferenças estéticas com as favelas de SP foram se afunilando, literalmente. As vielas eram parecidas, o sobe e desce idem. Gatos de eletricidade e uma parte bem humilde, com casas de madeira. Fiquei espantada com o tamanho. “Todo mundo sonha em ter casa própria, terreno regularizado, ninguém quer ser favelado. Mas o morador daqui lutou por condições mínimas, temos bancos aqui dentro, que nunca foram assaltados. Temos um sistema de correio próprio. O comércio aqui é muito forte, pois como a favela tem isenção fiscal, os produtos saem 30% mais baratos aqui dentro. Tem coisa ruim acontecendo, como em todo lugar, mas a maioria é gente trabalhadora construindo um lar” me contou meu guia-morador. Segundo ele, o sentimento que predomina nas comunidades cariocas é o de pertencer geograficamente ao Rio, coisa que não acontece em SP, mas não socialmente. Paramos na ONG que ensina capoeira às crianças de lá, e elas orgulhosamente se apresentaram para nós. Tentaram me ensinar a jogar também, mas eu fui pior que os gringos. Conversei com o Manoel, o professor e fundador da ONG, e ele me disse que ensina mais de 300 crianças da Rocinha. Ano passado ganharam uma bolsa e foram para Europa se apresentar. Muitas daquelas crianças nunca tinham ido nem ao centro do RJ. Mais uma vez tive a certeza que a educação, seja ela por meio da arte, pode modificar uma história.

Mais caminhada, mais história da expansão da Rocinha. Paramos e comemos por lá. Falei para o Bruno que me sentia um pouco culpada por estar “invadindo” aquela comunidade, como se fosse atração turística. Ele me afirmou que os moradores estão acostumados com a curiosidade que os cerca. “É bom para quebrar as barreiras, para ambos os lados. Ver que gente é tudo igual por meio desse breve convívio. Esse é meu trabalho. Você está aqui me pagando para eu te mostrar uma coisa que você não conhece, pagando por um conhecimento que não tem. O que você vai fazer com isso agora depende de você. Eu não criei essa realidade, nem você. Conhecer é uma forma de se indignar”.

Bruno nos contou sobre a pacificação nas favelas no RJ, as famosas UPPs, fruto principalmente das Olímpiadas e Copa que estão por vir. Mas que pelo menos estava rendendo bons frutos. Nos falou muito sobre educação e como isso era um ponto que era extremamente falho no Brasil, e que dava o tom para uma vida melhor. Um cara incrível, com um senso crítico que há muito eu não via. Apesar de todo meu receio, posso dizer que valeu a pena meu dia. Não pude de fato entrar na vida dos que moram lá, do mesmo jeito que faço pelo Teto, mas foi proveitoso para o meu repertório. Aos que tem curiosidade, mas como eu, tem receio de “comercializar a pobreza”, afirmo que parte do que você paga pela visita é revertido em projetos sociais para Rocinha. Mas, faço das palavras do Bruno às minhas. Você estará pegando por um serviço honesto que ele oferece. E um bom serviço. Capitalismo também faz parte. Dica importante: não se arrisque a fazer isso sozinho, pois a chance de se perder é grande.

Na ONG Acorda Capoeira, arriscando aprender samba

Acredito que um bom jeito de conhecer o lugar que você visita é vivenciando seu cotidiano, ou, pelo menos, entendendo sua população e onde ela, de fato, vive. Não é o lado mais bonito do RJ, mas uma realidade que está lá. Pode ser o RJ de exportação, tão exaustivamente mostrado em filmes mundo afora. Mas nos esquecemos um pouco das pessoas reais que moram em favelas. Ter a sensibilidade de reparar nelas pode ser um bom começo, para nós, brasileiros, e para os turistas estrangeiros que conheceram mais do que praia, carnaval e futebol.

O RJ sob outro ângulo, visto dos morros. Rocinha entre a Gávea e São Conrado, dois dos mais ricos bairros da cidade.

 

Penguin Prison no Beco 203

A PlayBook, agência da Holding Clube dedicada ao financiamento colaborativo de shows por parte dos fãs, e o Beco 203,na Rua Augusta, apresentam hoje 27/01, um show muito massa para os fãs de música indie. O trio Penguin Prison toca a R$ 60. O show é resultado de crowndfunding promovido pelas duas empresas. Em oito dias, de 23 a 30 de dezembro, os fãs da banda se uniram para comprar 150 ingressos, a R$ 100 cada, necessários para viabilizar o show.

Constantemente comparado a grandes nomes como Hot Chip, LCD Soundsystem e Miike Snow, Penguin Prison é liderado pelo multi-instrumentista Chris Glover. O trio lançou o primeiro álbum este ano (“Penguin Prison”), e além de ser presença constante em festas e festivais indies ao redor da América e Europa, é apontado como “Hype” para 2012 por publicações como a Rolling Stone.
Vai lá curtir!

Desfile de maquiagem na SPFW 2012

2012 chegou, e o citydrops ainda vai voltar com força total. Enquanto isso, SPFW tá rolando, cheio desse pessoal da moda descolado (ou não). E como nós gostamos de novidades viemos para que contar que O Boticário realizou um desfile de maquiagem, o único da semana de moda. Carolina Ferraz e Fernanda Tavares foram as estrelas do desfile que apresentou Fashion Collection, coleção outono/inverno da maquiagem Make B, de O Boticário, no São Paulo Fashion Week, ontem, dia 23, na Bienal. Desenvolvida em parceria com o make up artist da marca, Fernando Torquatto, o desfile teve a presença de modelos renomadas como Vivi Orth, Ana Claudia Michels e Marcelle Bittar. As roupas são do estilista André Lacerda. Anota aí! Cores destaque para a próxima estação: violeta e dourado!

PS – Adoramos os coques over! Será que pega?

O Boticário na SPFW - outono/inverno 2012

Feliz 2012 (em pleno dia 24/01 meu povo!)

Comida de Macau

Um cardápio interessante e desorganizado. O Vascello, localizado na Rua Haddock Lobo, já existe no meio da bagunça. Está no no térreo de um flat há tempos, passou por mudança de direção, reforma e perdeu o motivo a que veio. Nome italiano (Vascello em italiano é navio), menu brasileiro, cozinha oriental. Eu e o Bruno, do Life in Style, conhecemos o local e pudemos provar uma refeição típica de Macau. Mas, estranhamente, não espere encontrá-la no cardápio. O responsável pelo restaurante a cozinha quando lhe é solicitado e ocasionalmente. Normalmente são servidas massas, pratos triviais do cotidiano e um buffet no almoço, com variadas opções de saladas. Meio no boca-a-boca, as iguarias são preparadas a quem pergunta por elas. Pudemos provar alguns pratos típicos, de frango, peixe a costela, com temperos fortes, como anis. Um pouco confuso para paladares menos preparados, mas todos feitos com capricho e seguidos de uma boa história. O Vascello pode até se tornar uma opção, mas está longe do seu potencial, especialmente no quesito profissionalização do menu. O boca-a-boca funciona mas não sustenta, especialmente em uma cidade com tantas opções gastrônomicas e infindáveis e badalados restaurantes.

No mais, agradecemos o convite e deixamos as fotos do que nos foi preparado.

Vascello: Rua Haddock Lobo, 804

.Vascello Restaurante
Camarão é uma ótima opção para os apreciadores
Vascello Restaurante

Peixe misturado com legumes

Vascello Restaurante

Peixe com gengibre, muito bem preparado

As redes sociais acabaram com o “small talk”

Ontem eu estava pensando, se alguém me perguntar o q eu fiz no meu dia, eu vou pensar de cara algo que já compartilhei em algum lugar, afinal, eu compartilhei para as pessoas saberem.

Ontem por exemplo, minha mãe me perguntou alguma coisa do tipo, e para começar a conversa eu acabei falando exatamente o que tinha postado no twitter pela manhã.

Mas ela não lê meu twitter. Então tudo bem eu falar o que eu já tinha compartilhado para os meus seguidores.

Mas, aquelas pessoas, que você teria um “small talk” hoje em dia você não tem mais. Porque todos os assuntos fulos e não-profundos do seu dia você compartilhou em algum lugar. Ok, isso pode ser só eu, mas é o intuito das redes sociais.

Uma vez, em uma das minhas aulas de alemão, a gente teve um assunto inteiro no livro sobre “small talk“, afinal, os alemães não são os melhores para começar uma conversa assim… Mas nessa aula eu lembro, que um dos textos que eu li falava de tópicos que poderiam funcionar para começar uma conversinha assim… E esses tópicos são os mesmos tópicos que compartilhamos nas redes sociais. Não são coisas íntimas da sua vida, são coisas que não se tem problema se pessoas que não são muito próximas de você souberem. Aquele “conhecido” pode saber disso. Do mesmo jeito que você iria ter uma conversa sem muita profundidade íntima com um “conhecido”. Aqui, quando eu falo conversa íntima não é necessariamente de sexo, mas um assunto que você não está disposto a contar pra todo mundo.

Não sei aonde eu quero chegar com esse post, mas quem está acostumado a reclamar no twitter, não vai parar, mas acho que se você quiser ter um “small talk” com essa pessoa, prepare-se para ouvir coisas novamente, e não reclame disso. Por isso o small talk está morrendo, coitadinho, ninguém mais quer REALMENTE conversar assim de assuntos corriqueiros e sem graça com alguém.

Pra que perguntar “como foi o seu dia” se você já sabe a resposta já q já a leu em algum lugar?

Acho que devemos continuar compartilhando coisas que queremos compartilhar, mas, se você perguntar para aguém como foi o dia e souber a resposta, finja que não sabe, para conseguir desenvolver uma conversa. Sei lá, queria compartilhar esse meu pensamento. Mas eu estou disposta à conversas sobre isso :P

 

Banda vencedora do Pepsi Música: Foster

E o tempo anda curto. Não somos um blog de desabafos ou querido diário, mas a verdade é que manter um lugar com coisas interessantes, sejam elas quais forem, não é fácil. Mesmo em 4, 5 pessoas. E os posts de sexta estão cada vez mais difíceis por exigirem uma pesquisa de qual vai ser a folia da vez e etc e tal. Portanto, já começo pedindo desculpa àqueles que de fato entram aqui procurando algo bacana para ouvir, ler, fazer e não andam encontrando muita coisa.

Divulgação / O quinteto ganhou contrato com a Som Livre e vai se apresentar no Planeta Atlântida.

Foster esses bunis

Indo ao ponto de hoje. Divulgamos aqui o Pepsi Música há algum tempo, e acontece que no último domingo a competição chegou ao final. Mais de 600 bandas colegiais se inscreveram, e uma ganhou: gravação de CD, contrato com gravadora e tudo mais. E julguem o quanto for, eu adoro animação adolescente. Foi uma histeria essa final, claro que ter um show do Fresno também ajudou, mas de qualquer forma negócio foi animado. Bandas levaram suas torcidas, pais choraram, pessoas pintaram o rosto e fizeram camisetas  personalizadas, em pleno domingo.

A Jess não pôde ir mas com certeza ia ter gostado de torcer (vide esse post aqui ó). A banda que ganhou chama Foster the people, os meninos são do Paraná e fazem um som meio hipster alternativo, e segundo eles, cheios de influências de Beatles… Bem diferente do que essa a galera da faixa etária deles anda fazendo. Na minha opinião eles eram a melhor banda do concurso, apesar dos errinhos ao vivo. Meninos com muito potencial mesmo (ui), já que todos são super novos (não tem nem 20 anos). Mas, o mais legal é ver que é o início de um sonho e quem sabe de uma grande banda.

Ouve o som da Foster:

Inté e see u you soon (hopefully)